© Nathan de CastroUm Ipê Rosa enfeita a vista da minha janela.
A todo julho ele se veste de rosa para me lembrar que está lá,
e que sabe muito mais sobre a poesia dos meus dias
do que eu sei sobre a poesia da tela do poema
que ele se me apresenta, a cada ano.
Os meus versos preferem o Ipê roxo!
O meu poeta prefere o amarelo.
Mas quem comanda as letras tem as cores de uma
árvore perdida no tempo.
O Ipê Rosa parece saber, e...
Lá está ele, o Ipê Rosa, a todo ano, a todo inverno, com o seu olhar
de florada rosa, a me lembrar dos lábios cor-de-rosa da paixão.
Como era bela a poesia daquelas tardes!
Olá poeta,
ReplyDeleteSalvei seu blog entre os meus favoritos, marcarei presença sempre. Muita inspiração e uma ótima e abençoada semana!
Nathan,
ReplyDeleteQue linnnnnnndo este poema que enche a alma com a cor que invade os nossos olhos através das tuas letras!!
/;o)
beijinhos
Amo os seus poemas, rabiscos e tudo
ReplyDeleteque você escreve. Você brinca com as palavras.
bjs
Nathan, enquanto para o cientista a cor se chama pigmentação o poeta a chama de inspiração. Somente os bons, como você, é capaz de perceber que a natureza viva fala ao homem, de diferentes formas, todos os dias. Parabéns!
ReplyDeletepassei por acaso, gostei, voltarei!
ReplyDeletebeijo
De minha janela não vejo Ipês - nem rosa, nem amarelos...
ReplyDeletePerecebo o qto minha paisagem é inacabada. (e eu que pensei vir dela tanta poesia)
Bj grd
Passeando achei vc, gostei e fiquei...
ReplyDeleteBjs
com carinhos
Mila
Faça-me uma visita, adorar receber vc no meu espaço...
Bjs
Mila