Saturday, July 25, 2009

O Ipê Rosa

© Nathan de Castro


Um Ipê Rosa enfeita a vista da minha janela.
A todo julho ele se veste de rosa para me lembrar que está lá,
e que sabe muito mais sobre a poesia dos meus dias
do que eu sei sobre a poesia da tela do poema
que ele se me apresenta, a cada ano.
Os meus versos preferem o Ipê roxo!
O meu poeta prefere o amarelo.
Mas quem comanda as letras tem as cores de uma
árvore perdida no tempo.
O Ipê Rosa parece saber, e...
Lá está ele, o Ipê Rosa, a todo ano, a todo inverno, com o seu olhar
de florada rosa, a me lembrar dos lábios cor-de-rosa da paixão.
Como era bela a poesia daquelas tardes!

7 comments:

  1. Olá poeta,

    Salvei seu blog entre os meus favoritos, marcarei presença sempre. Muita inspiração e uma ótima e abençoada semana!

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  2. Nathan,

    Que linnnnnnndo este poema que enche a alma com a cor que invade os nossos olhos através das tuas letras!!
    /;o)
    beijinhos

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  3. Amo os seus poemas, rabiscos e tudo
    que você escreve. Você brinca com as palavras.
    bjs

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  4. Nathan, enquanto para o cientista a cor se chama pigmentação o poeta a chama de inspiração. Somente os bons, como você, é capaz de perceber que a natureza viva fala ao homem, de diferentes formas, todos os dias. Parabéns!

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  5. passei por acaso, gostei, voltarei!

    beijo

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  6. De minha janela não vejo Ipês - nem rosa, nem amarelos...
    Perecebo o qto minha paisagem é inacabada. (e eu que pensei vir dela tanta poesia)

    Bj grd

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  7. Passeando achei vc, gostei e fiquei...
    Bjs
    com carinhos
    Mila
    Faça-me uma visita, adorar receber vc no meu espaço...
    Bjs
    Mila

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