
© Nathan de Castro
Hei de falar de amor, porque de amor
eu sobrevivo à luz de cada dia...
E de tanto rimar amor com dor,
já me entreguei aos lábios da poesia.
Hei de escrever as lágrimas da flor...
De orvalhos bebo a paz da melodia
e canto, pois meu canto tem o pôr-
de-sol mais belo ao sol da fantasia.
Hei de cantar as músicas da estrela,
e até que o verso morra, eu quero vê-la
dormindo em meus momentos de cetim...
Mas se a canção pintar outra aquarela,
a noite escreverá nova janela
e o encanto há de acordar noutro jardim.
Hei de falar de amor, porque de amor
eu sobrevivo à luz de cada dia...
E de tanto rimar amor com dor,
já me entreguei aos lábios da poesia.
Hei de escrever as lágrimas da flor...
De orvalhos bebo a paz da melodia
e canto, pois meu canto tem o pôr-
de-sol mais belo ao sol da fantasia.
Hei de cantar as músicas da estrela,
e até que o verso morra, eu quero vê-la
dormindo em meus momentos de cetim...
Mas se a canção pintar outra aquarela,
a noite escreverá nova janela
e o encanto há de acordar noutro jardim.
Querido Poeta,
ReplyDeletevoc~e não imagina como gosto de seus poemas, este soneto é simplesmente maravilhoso.
Obrigada por compartilhar comigo.
Tenha uma semana serena.
Beijos com minha admiração.
Nathan
ReplyDeleteQue bom que seu poeta reapareceu (de verdade?) sustentando seu olhar na direção da poesia.
É este o seu caminho perfeito.
Jade
Lindo Nathan!
ReplyDeleteQue bom te ler novamente!
Os admiradores da sua alma estao com saudades destes leves e belos poemas!
Que lindo seu poetar e o mais lindo é falar de amor.
ReplyDeleteEu hei de morrer de tanto amar e se assim for morrerei nos braços do meu amor falando de amor. Bjs poéticos com sabor de rimas Adrikarsil(Malukinha)
Belo soneto! rimas otimas!
ReplyDeletehttp://wwwthalesveleno.blogspot.com/
esse e meu blog,se poder de uma olhasa!
Belíssimo soneto! Gostei do seu blog, meu caro!
ReplyDeletePuxa...
ReplyDeleteque belo.
Lembrou Neruda,