
© Nathan de Castro
Quero os meus versos simples, longos e sonoros,
para que o amor entenda o olhar da serenata
batendo em sua pele e penetrando os poros
até que encontre o gozo e o sol da madrugada.
Quero os meus versos simples, sempre ao som da flauta-
doce. Tão doce quanto a língua e os meteoros
dos beijos que disseram tudo ou quase nada
ao tempo da paixão que sangra em desaforos.
E, quando a Estrela ouvir, que sinta a flor do toque
das minhas mãos sugando o sumo dos seus seios,
até que o som da flauta cesse, e um novo rock
retoque o seu sorriso em mil e um gorjeios,
para que à noite o sono nunca se equivoque
e possa repousar banhada em devaneios.
Amo...amo...amo..!
ReplyDeleteSua maneira sublime e singela de mostrar o querer e o prazer em seus sonetos,me comove. Coisa rara hoje em dia tanta sutileza!
Adoro você!
Lu
seus poemas são maravilhosos, aproveite bem esse dom que Deus lhe deu...
ReplyDeleteA página está ótima, um grande abraço....
Nathan, amigo e poeta...
ReplyDeleteÉs precioso demais, teus temas são sempre muito especiais, entremeados de grande sutileza de expressão, porém, muito claros e objetivos...só não entende tua mensagem, quem se priva do SABER!
Bjs da :
Lucy