Para que o amor acorde

© Nathan de Castro
Não basta reciclar latinhas de cerveja!
Há que se reciclar os sonhos e a magia
do amor maior, embora o amor maior não seja
o enredo das canções do nosso dia-a-dia.
Não basta replantar florestas... A peleja
exige a luta e a Terra livre da folia,
feita ganância louca, pouca e que apedreja
o olhar da natureza e as ramas da poesia.
Não bastam os discursos lançados ao vento,
se o sangue do Planeta exige novo estoque,
sem rimas de carbono e pragas no alimento...
O brilho da Poesia espera pelo toque
dos lábios de um poema azul de novo tempo,
para que o amor acorde e acalme o firmamento.
Há que se reciclar os sonhos e a magia
do amor maior, embora o amor maior não seja
o enredo das canções do nosso dia-a-dia.
Não basta replantar florestas... A peleja
exige a luta e a Terra livre da folia,
feita ganância louca, pouca e que apedreja
o olhar da natureza e as ramas da poesia.
Não bastam os discursos lançados ao vento,
se o sangue do Planeta exige novo estoque,
sem rimas de carbono e pragas no alimento...
O brilho da Poesia espera pelo toque
dos lábios de um poema azul de novo tempo,
para que o amor acorde e acalme o firmamento.